Pensamento de incógnitas

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Espinhos de borracha

Há dias em que não tenho vontade de olhar para o céu, falta até um pouco de coragem; Coragem que poucos tem, de desbravar o desconhecido, não temer o perigo, sair dessa linha reta que deixou de continuar evoluindo. Dentre tantas coisas que me deparo dia pós dia, percebo que as pessoas, precisam de motivos, precisam de incentivos. Queria acreditar que as pessoas fossem tão bondosas quanto em meus pensamentos, mas não sou aquilo que se possa chamar de modelo.
A busca pelo inatingível, a descoberta do desconhecido até então, e os relacionamentos que criam essa rede de socialização são vagas, se estabelecem de modo padrão, criam ideias de democracia, sendo que a indústria enche as prateleiras de avareza, luxúria e iguala, desiguala quem tem, quem é, quem faz.
Fazer por fazer, e ser por ser, seria improvável alguém reconhecer a inegável solidão da humanidade.

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