Eu poderia ficar parado aqui sem fazer nada, apenas deixando acontecer, tudo terminaria de maneira lenta e dolorosa. O que me leva a nada, é aquilo que preciso mudar, o que me leva a nada.
Entre outras coisas que tenho de ajeitar, está a vida, um caos, um furacão, um turbilhão de emoção. Não sei se devo desistir agora, aprendi com vários personagens que devo acreditar até meu último suspiro. Meus suspiros são longos e doloridos, às vezes é como se meu pulmão puxasse uma tonelada de ar, e na garganta eu sinto o nó, tão apertado.
Desistir fora de hora, fazer algo agora, sofrer mais um pouco; uma coisa é certa, preciso sair do sufoco.
Pensamento de incógnitas
wellcome.
sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Despedida
Diga adeus a quem te tornou uma pessoa triste; há tantas maneiras de afasta-las, uma delas é o adeus.
Até mais, deixe para os amigos, até breve para os inimigos, e tchau para um desconhecido.
Não dou tchau para melhores amigos, vivo acreditando em reencontros, apenas os abraço e os conto, o quanto será bom revê-lo de novo.
Até mais, deixe para os amigos, até breve para os inimigos, e tchau para um desconhecido.
Não dou tchau para melhores amigos, vivo acreditando em reencontros, apenas os abraço e os conto, o quanto será bom revê-lo de novo.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Espinhos de borracha
Há dias em que não tenho vontade de olhar para o céu, falta até um pouco de coragem; Coragem que poucos tem, de desbravar o desconhecido, não temer o perigo, sair dessa linha reta que deixou de continuar evoluindo. Dentre tantas coisas que me deparo dia pós dia, percebo que as pessoas, precisam de motivos, precisam de incentivos. Queria acreditar que as pessoas fossem tão bondosas quanto em meus pensamentos, mas não sou aquilo que se possa chamar de modelo.
A busca pelo inatingível, a descoberta do desconhecido até então, e os relacionamentos que criam essa rede de socialização são vagas, se estabelecem de modo padrão, criam ideias de democracia, sendo que a indústria enche as prateleiras de avareza, luxúria e iguala, desiguala quem tem, quem é, quem faz.
Fazer por fazer, e ser por ser, seria improvável alguém reconhecer a inegável solidão da humanidade.
A busca pelo inatingível, a descoberta do desconhecido até então, e os relacionamentos que criam essa rede de socialização são vagas, se estabelecem de modo padrão, criam ideias de democracia, sendo que a indústria enche as prateleiras de avareza, luxúria e iguala, desiguala quem tem, quem é, quem faz.
Fazer por fazer, e ser por ser, seria improvável alguém reconhecer a inegável solidão da humanidade.
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