Pensamento de incógnitas

wellcome.

sábado, 8 de outubro de 2011

A esperança vive.

A guerra que aqui acontece não tem sentido, os motivos pelo qual ela continua se levando a 17 anos são os mesmos das 2 últimas, ganancia, sede por poder, todos querem tirar vantagem. Me escondi nesta ilha, perto do Equador, não sei onde estou, só sei que perdido à mais de 7 dias, depois daquela explosão na cidade do norte eu decidi deixar tudo de lado e me preparar para o pior. Forjei  armas, armaduras e a minha mente, vou precisar muito do meu psicológico.
Partindo em direção ao farol eu procuro por vestígios do meu barco que bateu contra a parede de corais na costa da ilha, agora que já me preparei preciso ir, mas não quero ir, sei que não voltarei. Vi ao longe destroços de um navio e um vestido vermelho, nadei, haviam tubarões por perto, mas continuei a nadar, tinha certeza de que era uma vida pedindo por ajuda, e era, uma mulher de vestido vermelho. Subi em cima de um pedaço de madeira e antes que eu mesmo pudesse falar ela me calou com o grito e me disse que eu precisava lhe dar a mão, como não tinha nada a perder eu a dei a mão, ela me levou ao que parecia uma nave e eu vi do alto o planeta Terra sendo destruído em explosões simultâneas, eu choro, perdi tudo que tenho, pelo menos eu achava até olhar para o lado e ver a mulher de vestido olhar chorando para mim e dizer: 
- Sou pandora. Prazer.

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